Gestão de transportes – O custo do frete no comércio eletrônico


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Uma das maiores linhas de custo em uma operação de e-commerce é sem dúvida o custo com frete. Esse custo existe, pois praticamente em todas as transações, há envio de mercadorias, serviço cobrado pelos Correios ou transportadoras.

Sabendo-se disso, o gestor do e-commerce tem um papel fundamental na gestão dessa questão. Há o custo de frete que é repassado ao consumidor, mas também frete grátis como política promocional e trocas e devoluções.

O que fazer para reduzir o impacto desse custo?

Uma prática comumente adotada é a de acrescentar margem sob a tabela de fretes.

Por exemplo: Se certo pedido com frete para São Paulo custar R$ 10,00 para o e-commerce pode-se acrescentar 20% de margem, e cobrar do consumidor R$ 12,00. Os R$ 2,00 de diferença podem subsidiar política de frete grátis e custos com trocas e devoluções.

Desde que, claro, esse valor esteja dentro do cobrado pela concorrência, uma vez que o custo de frete é claramente percebido pelo consumidor, se tornando fator decisivo no momento da compra. O acréscimo de margem se for mal trabalhado pode reduzir vendas.

O trabalho do gestor é o de analisar a conta corrente dessas transações (frete cobrado pela transportadora, frete pago pelo cliente, frete grátis, frete de trocas e devoluções), e pensar sempre em minimizar a diferença de saídas e entradas.
Outra iniciativa é a de negociação com transportadoras. Além de colocar margem sob o frete, deve-se negociar desconto com o as transportadoras, a fim de reduzir diretamente o custo.